- A polémica entre o reitor e os diretores da Universidade Nova aumenta, com Amaro de Matos a afirmar que o reitor não é patrão dos diretores.
- José Alferes descreve uma crispação na instituição como nunca antes vista.
- O reitor garante que retirar autonomia a unidades orgânicas nunca esteve em cima da mesa.
- A discussão sobre as eleições para reitor da Universidade Nova continua, com os candidatos a pedir nova data.
- A situação envolve a Universidade Nova (Carcavelos) e o processo eleitoral em curso.
A polémica que envolve a Universidade Nova de Lisboa mantém-se em reprodução, com a designação de um novo reitor sob escrutínio interno. O debate cruza episódios de poder entre a administração central e as escolas que integram o complexo universitário.
Entre as referências públicas, o atual reitor rejeita qualquer ideia de que possa haver limitação de autonomia para as unidades orgânicas, enquanto dirigentes académicos criticam a gestão e a liderança. A tensão é descrita como nunca vista no universo académico da instituição.
Desdobramentos da crise
Candidatos às eleições para reitor solicitaram a marcação de nova data, argumentando necessidade de processos transparentes e inclusivos. A disputa envolve várias escolas, com impacto na governação interna da Nova e no planeamento institucional.
A discussão já ganhou protagonismo mediático e académico, com diversas perspetivas sobre a relação entre régia e autonomia académica. A comunidade universitária aguarda clarificações oficiais sobre os próximos passos do processo de eleição.
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