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Turquia: greve de fome de mineiros entra na segunda semana

Greve de fome de mineiros na Turquia entra na segunda semana, com salários em atraso e uso de gás pimenta durante marcha para Ancara

ARQUIVO: polícia turca em Istambul
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  • Greve de fome de mineiros na Turquia entra na segunda semana, em Ancara, a 27 de abril.
  • Trabalhadores denunciam salários em atraso e violações de direitos; dizem ter cinco a seis meses de salários devidos.
  • Mineiros cercados pela polícia em Ancara, ao tentarem marchar até ao Ministério da Energia; gás pimenta utilizado contra quem rompeu as barreiras.
  • Protesto começou a 13 de abril em Eskişehir, chegou a Ancara a 20 de abril, altura em que as autoridades travaram outra marcha.
  • Um mineiro, à AFP, descreve as dificuldades e o que os trabalhadores reivindicam.

Em Ancara, Turquia, uma greve de fome de mineiros entrou na segunda semana na manhã de 27 de abril, motivada por meses de salários em atraso e alegadas violações de direitos laborais. O protesto ocorre junto ao centro da capital, com apoio de trabalhadores de várias minas da região.

Os mineiros, que protestam contra atraso de remunerações e direitos sindicais, partiram de Eskişehir a 13 de abril e chegaram a Ancara a 20 de abril. Durante a deslocação, aumentaram as tensões com as autoridades que bloquearam outra marcha planejada para o dia.

Na quarta-feira, perto do Ministério da Energia, a polícia cercou os manifestantes que tentavam seguir em direção ao edifício governamental. Foram usados meios de dispersão, incluindo gás pimenta, contra os mineiros que romperam as barreiras e contra os indivíduos que se associaram ao protesto.

Segundo um representante dos trabalhadores, o grupo está sem receber salários há cinco ou seis meses, com o patrão pagando apenas uma parte muito baixa do que é devido. O protesto tem como base reivindicações salariais, indenizações e o reconhecimento de direitos sindicais.

Contexto do protesto

A marcha inicial partiu de Eskişehir há mais de duas semanas, com o objetivo de apresentar as reivindicações ao governo. Em Ancara, as tensões aumentaram quando as autoridades impediam a marcha prevista, levando ao acentuar da mobilização de apoio entre os mineiros e setores solidários.

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