- A Câmara Municipal de Lisboa deve cerca de 150 mil euros a seis corpos de bombeiros voluntários da cidade.
- A dívida resulta de mudanças na emergência pré-hospitalar, com a autarquia a gerir diretamente o acionamento das ambulâncias.
- Durante nove anos, o serviço foi assegurado por um protocolo entre as corporações, a Câmara, e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
- Um novo acordo está em vigor desde 1 de abril e estabelece a nova gestão, revelando o valor em dívida aos bombeiros.
A Câmara Municipal de Lisboa deve cerca de 150 mil euros a seis corpos de bombeiros voluntários da cidade, devido a alterações no regime de emergência pré-hospitalar. O serviço passou a ser gerido diretamente pela Câmara, em vez de ficar dependente de protocolos entre corporações, o INEM e a autarquia.
Quem está envolvido: seis corporações de bombeiros voluntários da capital, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e o INEM. O montante em dívida resulta das mudanças na forma de acionamento das ambulâncias.
Quando e onde: o novo acordo está em vigor desde 1 de abril, em Lisboa. A dívida acumulou-se durante o período de transição entre o modelo anterior e o atual.
Mudança no acionamento de ambulâncias
A mudança encerra nove anos de funcionamento através de protocolo entre as partes. A CML passou a gerir diretamente o acionamento das ambulâncias, alterando a relação financeira com as corporações. A situação financeira permanece sob acompanhamento das partes envolvidas.
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