- Ao longo de vinte e três anos, quase sete mil jovens portugueses evitaram o Dia da Defesa Nacional ao requererem o estatuto de objetor de consciência.
- O total divulgado chega a 7.700 jovens, que passaram a prestar um serviço cívico em substituição ao serviço militar.
- O estatuto tem sido atribuído principalmente a jovens entre as novas gerações, com as raparigas a registar números ligeiramente superiores aos dos rapazes desde 2010.
- Os motivos apresentados são, sobretudo, de ordem religiosa e moral, segundo o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), entidade responsável pela Comissão Nacional de Objeção de Consciência.
- O IPDJ indica que a Comissão Nacional de Objeção de Consciência está atualmente limitada, sem detalhar limitações específicas.
Ao longo de 23 anos, quase 7700 jovens portugueses evitaram o Dia da Defesa Nacional ao requerer o estatuto de objetor de consciência, recusando o serviço militar por convicções profundas. O objetivo é cumprir um serviço cívico alternativo.
Entre os requerentes, destacam-se rapazes e raparigas. As raparigas apresentam números ligeiramente superiores aos rapazes, com pedidos já registrados desde 2010, segundo o IPDJ, órgão que gere a Comissão Nacional de Objeção de Consciência.
A principal razão invocada pelos requerentes é de ordem religiosa e moral, seguida por outras convicções profundas. O IPDJ sublinha que a Comissão atua dentro do quadro legal, embora hoje esteja sujeita a limitações administrativas.
O órgão responsável pela gestão da objeção de consciência indica que o número de casos tem aumentado ao longo dos anos, refletindo uma procura contínua por formas de cumprimento cívico não associadas ao serviço militar tradicional.
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