- Rosa Leite não consegue pagar a renda do quarto partilhado onde vive em Braga; o valor subiu de cerca de 200 euros para 300 euros.
- Vive em quartos partilhados desde que regressou de dois anos em emigração na Suíça, em 2024, e enfrenta falta de privacidade e de condições.
- Tem um emprego a tempo parcial na cantina de uma escola e afirma que o salário não chega para pagar a renda e as despesas do mês.
- Procurou ajuda na Braga Habit e em outras instituições sociais, mas deparou-se com listas de espera largas.
- Lançou uma campanha solidária na GoFundMe para suportar os custos iniciais de arrendamento, como caução e o primeiro mês de renda, com o objetivo de ter condições para receber o filho de 16 anos.
Rosa Leite vive num quarto partilhado em Braga desde setembro, frente a um aumento de renda que a impede de pagar os 300 euros mensais. Tem um emprego a tempo parcial numa cantina escolar, o que não chega para manter as despesas mensais.
Diagnosticada com depressão após a perda do filho em 2019, Rosa afirma que a situação financeira e a privação de condições adequadas agravaram a sua saúde mental. Voltar a ter uma habitação estável é a sua prioridade.
Ao longo do ano, Rosa já tentou obter apoio da Braga Habit e de entidades sociais, mas encontrou listas de espera longas. O aumento da renda no atual quarto contribuiu para tornar impossível o pagamento.
Diante da falta de respostas rápidas, Rosa lançou uma campanha solidária para cobrir os custos iniciais de arrendamento, como a caução e o primeiro mês de renda. O objetivo é criar um espaço estável para si e para o filho de 16 anos.
Apoio financeiro pode permitir a Rosa recomeçar. O projeto está a ser promovido junto de quem possa contribuir, com a finalidade de reconstruir um lar onde possa cuidar do filho com mais dignidade.
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