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Porto estuda segurança e impacto das trotinetas após morte de jovem

Porto aprova estudo sobre sinistralidade das trotinetas após morte de jovem, com vista a regulação, dados e medidas de segurança

Jovem de 25 anos teve acidente fatal no passado fim-de-semana
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  • O Porto vai estudar a utilização de trotinetas eléctricas para perceber a sinistralidade associada a este meio e reforçar a segurança, após a morte de uma jovem de 25 anos num acidente.
  • A recomendação foi apresentada pelo Partido Socialista na reunião de câmara e aprovada por unanimidade, com voto de pesar e minuto de silêncio pela cidadã Rute Marlene Rodrigues.
  • O estudo deverá recolher dados, avaliar medidas regulatórias já existentes, fazer uma análise comparativa com outras cidades, identificar boas práticas e apresentar recomendações.
  • O prazo máximo para apresentação é de 180 dias e o processo envolve universidades, centros de investigação, forças de segurança, Serviço Nacional de Saúde, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, operadores de mobilidade partilhada e associações de utilizadores.
  • Os responsáveis destacaram a necessidade de regras para a segurança de todos, mantendo o foco na promoção da mobilidade suave, com planeamento e normas adequadas.

O Porto aprovou, em reunião de Câmara, uma recomendação para estudar a utilização de trotinetas elétricas na cidade, depois da morte de uma jovem de 25 anos num acidente envolvendo uma trotinete. A iniciativa foi apresentada pelo PS e aprovada por unanimidade, com voto de pesar.

O estudo proposto pretende recolher dados sobre a sinistralidade associada a este meio de transporte, avaliar normas já existentes a nível municipal e nacional, fazer uma análise comparativa com outras cidades e identificar boas práticas. O objetivo é formular recomendações para reforçar a segurança.

Entre os destinatários da iniciativa estão universidades, centros de investigação ligados à mobilidade, engenharia, saúde pública e segurança rodoviária, forças de segurança, unidades do Serviço Nacional de Saúde da Área Metropolitana do Porto, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, operadores de mobilidade partilhada e organizações de utilizadores.

A proposta, criada pelo vereador Jorge Garcia Pereira, estabelece um prazo máximo de 180 dias para apresentação dos resultados. O texto prevê ainda a participação de entidades académicas e civis relevantes na elaboração do estudo.

Apoio ao projeto foi partilhado por Pedro Duarte, que associou-se ao voto de pesar pela fatalidade. Refere que a análise é necessária, destacando que, embora as mobilidades suaves tenham vantagens, a segurança de cidadãos não deve ficar comprometida.

Oposição também manifestou abertura à iniciativa. O Chega salientou o interesse em novas formas de mobilidade, mas sublinhou a necessidade de regras e planeamento antes de qualquer expansão.

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