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Câmara do Porto vai estudar uso e acidentes com trotinetes

Porto aprova estudo sobre trotinetes para mapear sinistralidade e reforçar segurança, diante do aumento de acidentes

Câmara do Porto
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  • A câmara do porto aprovou, por unanimidade, um estudo sobre a utilização de trotinetes elétricas e a sinistralidade associada.
  • O objetivo é recolher dados, identificar boas práticas e formular recomendações para reforçar a segurança de utilizadores e peões.
  • A aprovação ocorreu na sequência da morte de uma mulher de 25 anos num acidente com trotinete, no sábado, com as condolências à família.
  • O PS justificou a iniciativa pela necessidade de debater regras para mobilidade suave, dado o crescimento de uso e os riscos envolvidos.
  • O estudo contará com a participação de instituições de ensino superior, centros de investigação, forças de segurança, Serviço Nacional de Saúde, Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e operadores de mobilidade partilhada.

A Câmara do Porto aprovou, por unanimidade, a realização de um estudo sobre a utilização de trotinetes elétricas e a sinistralidade associada a este meio de mobilidade. A decisão foi tomada na reunião desta terça-feira, após uma noite de homenagem à vítima de um acidente recente.

A proposta, apresentada pelo PS, visa recolher e sistematizar dados sobre acidentes envolvendo trotinetes e identificar boas práticas. O objetivo é formular recomendações para reforçar a segurança de utilizadores e transeuntes.

A autarquia tomou a decisão após a morte de uma mulher de 25 anos, ocorrida no sábado num acidente com trotinete elétrica. O executivo fez um minuto de silêncio e emitiu condolências à família.

Objetivos e âmbito do estudo

O PS destaca que a utilização de trotinetes tem crescido, mas envolve riscos, com impactos na vida de utilizadores e terceiros. A propostas alega que as informações existentes são incompletas e que dados de forças de segurança e hospitais não refletem toda a realidade.

O estudo deve identificar boas práticas e propor recomendações de segurança. Devem participar instituições de ensino superior, centros de investigação, forças de segurança, SNS e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, assim como operadores de mobilidade partilhada presentes na cidade.

A iniciativa está destinada a aprofundar o conhecimento sobre a mobilidade suave na cidade do Porto e a orientar políticas públicas para uma regulamentação mais clara e segura.

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