- A direção do Agrupamento de Escolas de Alcanena pediu aos docentes da Escola Básica Dr. Anastácio Gonçalves que comunicassem até à primeira hora da manhã de sexta-feira se aderiam à greve.
- O pedido foi enviado por email pela diretora Ana Cláudia Cohen.
- A denúncia foi feita ao JN por um docente do estabelecimento no distrito de Santarém.
- A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse que nenhum docente está obrigado a comunicar a adesão à greve.
- As instruções estavam relacionadas com as Provas-ensaio, as Provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) do 4.º ano, devendo quem não fosse apresentar-se avisar até ao fim do primeiro tempo da manhã para não comprometer as provas.
A direção do Agrupamento de Escolas de Alcanena pediu aos docentes da Escola Básica Dr. Anastácio Gonçalves que comunicassem até à primeira hora letiva da manhã se iriam aderir à greve. A solicitação foi revelada ao JN por um professor do agrupamento no distrito de Santarém.
Segundo o docente, o email enviado na tarde de quinta-feira referia que hoje haveria provas-ensaio, designadamente as Provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) para o 4.º ano, e que os que fizessem greve teriam de avisar até ao fim do primeiro tempo da manhã para não perturbar a realização das provas.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) destacou que nenhum docente está obrigado a comunicar a adesão à greve, reforçando a posição de neutralidade sobre a participação institucional dos professores em ações de protesto. A situação está a ser acompanhada pelas autoridades locais.
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