- Paulo Esteves Ferreira estreia-se como presidente da Câmara de Valongo, com o foco no objetivo de levar o metro até ao concelho.
- Em menos de meio ano já tem um estudo e decorrem reuniões técnicas; propõe duas linhas, com possibilidade de a Maia II incluir uma secção que desça até Ermesinde e Alfena, e uma extensão para chegar ao centro de Valongo a partir de Baguim.
- A ideia visa alcançar cerca de 60 mil potenciais utilizadores se a linha descer até Ermesinde e Alfena; o prolongamento até ao centro de Valongo terá aproximadamente cinco quilómetros.
- O presidente pretende ainda inaugurar a marca “Valongo Coração Verde” para promover o turismo de natureza, avançar com uma associação intermunicipal para o rio Ferreira e convidar o Presidente da República, António José Seguro, para apadrinhar o projeto.
- O objetivo é que o metro seja exequível tecnicamente e financeiramente, assegurando financiamento do Governo, e manterá o tema até à validação de decisão governamental.
Paulo Esteves Ferreira assume a liderança da Câmara de Valongo, sucedendo ao mandato como vice. O foco principal é a viabilidade de levar o metro ao concelho, um objetivo que já integra a agenda municipal.
Para além do transporte, o novo presidente pretende lançar a marca Valongo Coração Verde e tentar o registo junto da UNESCO, num projeto que visa transformar o município na capital do turismo de natureza. Há ainda a ideia de criar uma associação intermunicipal para a gestão do rio Ferreira e convidar o presidente da República para apadrinhar a iniciativa.
Sobre o estágio da iniciativa, Ferreira afirma ter já apresentado o tema na campanha. Nos últimos seis meses terá surgido um estudo e várias reuniões técnicas para debater a viabilidade técnica e financeira das propostas.
Viabilidade do Metro
O objetivo é ter o metro num tempo relativamente curto, com foco na próxima linha em construção, a Maia II, para incluir uma extensão que desça até Ermesinde e Alfena, e uma ligação que passe por Baguim até ao centro de Valongo. A estimativa aponta para 60 mil potenciais utilizadores na extensão Ermesinde-Alfena, com cinco quilómetros até Valongo.
Ferreira garante que o projeto é exequível e sustentável, e afirma não abandonar a ambição até obter a aprovação governamental para financiamento. O debate envolve a viabilidade económica, a distribuição territorial e o impacto nas acessibilidades do concelho.
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