O Edifício Transparente deverá sofrer uma demolição parcial, abrindo espaço para um apoio de praia. A iniciativa foi anunciada pelo presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, nesta quarta-feira, com o contrato atual de ocupação a terminar em junho. A autarquia afirma que a nova estrutura não terá área para escritórios.
A intervenção deverá demolir dois pisos e manter apenas serviços de apoio à zona costeira, como restaurantes, esplanadas e, por exemplo, escolas de surf com armazéns. Os espaços de coworking instalados em 2021 não terão continuidade na nova configuração.
A Câmara do Porto compromete-se a apoiar os comerciantes afetados pela obra e a discutir soluções de relocalização. O objetivo é evitar rupturas na atividade, garantindo que o prazo de ocupação até junho seja cumprido.
Estrutura nova
O projeto integra o Plano da Orla Costeira Caminha-Espinho e prevê, em vez da demolição total, uma intervenção parcial. O foco é eliminar a barreira entre o parque urbano e a praia, permitindo uma integração diferente do espaço.
Para o presidente, a prioridade não é preservar o edifício em si, mas melhorar a relação entre a cidade e o litoral, beneficiando visitantes e residentes. A autarquia diz que o projeto deverá avançar no próximo ano, após consultas aos envolvidos.
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