- Durante a visita em Ourém, o Presidente da República ouviu queixas sobre falta de planeamento e de capacidade de resposta do Estado após as tempestades.
- António José Seguro afirmou que Portugal é “muito bom” no improviso, mas defendeu maior planeamento e organização do Estado.
- O itinerário incluiu uma casa destruída na Sorieira e o centro de saúde de Ferreira do Zêzere, onde o edil Bruno Gomes disse que os danos à cobertura foram resolvidos rapidamente.
- Bruno Gomes pediu apoio psicológico à população e criticou a demora na disponibilização de apoios aos afetados pelo temporal.
- O Serviço Municipal de Proteção Civil aponta a necessidade de uma alteração legislativa para obrigar edifícios a terem geradores no licenciamento; Seguro concorda que é preciso planeamento para melhorar a eficácia da resposta.
Em Ourém, durante a segunda edição da Presidência Aberta, António José Seguro ouviu queixas sobre a falta de planeamento e de capacidade de resposta do Estado após as tempestades. O Presidente da República destacou que Portugal é “muito bom” no improviso, mas defendeu mais planeamento e organização.
Após visitar uma casa destruída na Sorieira, no concelho de Ourém, Seguro seguiu para o centro de saúde de Ferreira do Zêzere, onde teve novas intercções com moradores e autoridades locais.
Contexto e reações
Bruno Gomes, presidente da Câmara de Ourém, explicou que a tempestade não causou grandes problemas no funcionamento da saúde, e que os danos no centro de saúde foram resolvidos rapidamente. Contudo, pediu apoio psicológico para a população e criticou a demora na atribuição de apoios.
Pedro Mendes, do Serviço Municipal de Proteção Civil, avisou sobre a necessidade de uma alteração legislativa que obrigue a presença de geradores no licenciamento de edifícios, apontando lacunas no centro de saúde.
O autarca de Ourém reforçou a ideia de que falta planeamento no país e que as entidades competentes têm a obrigação de responder com maior eficácia. Seguro concordou, afirmando que é preciso planeamento para aumentar a capacidade de resposta do Estado.
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