- Mulher italiana de 55 anos, tetraplégica por esclerose múltipla, morreu na quarta-feira após recorrer ao suicídio assistido.
- Após dois anos de batalha judicial, obteve autorização para usar uma máquina ativada pelo olhar que lhe permitiu administrar o fármaco letal de forma autónoma.
- O caso reacende o debate sobre a eutanásia em Itália, onde a prática é ilegal.
- A decisão contou com o apoio da Associação Luca Coscioni e do Tribunal de Florença.
- Especialistas dizem que o caso evidencia lacunas legais e pressionam as autoridades a reverem as normas sobre a eutanásia.
Uma mulher italiana, de 55 anos, tetraplégica por esclerose múltipla, morreu na quarta-feira após recorrer ao suicídio assistido. O caso reacende o debate sobre a eutanásia em Itália, onde a prática é ilegal.
Após dois anos de batalha judicial, a mulher obteve autorização para usar uma máquina especial ativada pelo olhar, que lhe permitiu administrar o fármaco letal de forma autónoma. A decisão permitiu-lhe pôr fim à vida em casa, com apoio médico.
O processo envolveu o apoio da Associação Luca Coscioni e a decisão do Tribunal de Florença. O caso evidencia lacunas legais e pressiona as autoridades italianas a reverem as normas sobre a eutanásia, mantendo o foco no direito à autodeterminação e na proteção de pacientes com doença grave.
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