A princesa Eugenie, filha mais nova de Andrew Mountbatten-Windsor, deixou de ser patrona da sede britânica da Associação Internacional Anti-Escravatura. A movida surge no âmbito das repercussões do caso Jeffrey Epstein e visa afastar o nome da associação das ligações ao pai.
A retirada ocorre em meio a um contexto de tensões familiares que incluem pedidos de discrição em presença pública. Fontes próximas mencionaram também que a família não pretende fotografias públicas com Eugenie e Beatrice até ao menos ao fim do ano.
Para além disso, Eugenie tem sido conhecida como porta-voz da luta contra o tráfico de seres humanos, enfatizando a defesa dos direitos das vítimas. O cenário contrasta com as ligações controversas associadas ao pai no âmbito do caso Epstein.
Contexto e impacto
A decisão de deixar de ser patrona é apresentada como uma medida de alinhamento institucional com a imagem da organização. A associação já havia indicado o desejo de manter distância de controvérsias envolvendo membros da família real.
A situação ressalta as dificuldades vividas pela família em face de escândalos públicos e o escrutínio mediático. Não foram anunciadas novas funções oficiais para Eugenie no seio da coroa.
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