- A princesa Eugenie deixou de ser patrona da sede britânica da Associação Internacional Anti-Escravatura, no contexto do escândalo Epstein.
- A entidade não quer associar o seu nome ao de André Mountbatten-Windsor, pai de Eugenie, que enfrenta as críticas do caso.
- Além disso, Eugenie soube recentemente que não poderá ir às corridas reais de Ascot, e ficou conhecido que o primo futuro rei, William, pediu aos membros da família para evitar fotografias junto dela e da irmã Beatrice, pelo menos até ao fim do ano.
- À frente de campanhas contra o tráfico de seres humanos, Eugenie tem visto o peso do passado do pai afectar a sua imagem pública.
- Beatrice e Eugenie enfrentam repercussões públicas associadas ao histórico do pai, com impacto nas suas atividades e na perceção mediática.
A princesa Eugenie, filha mais nova de Andrew Mountbatten-Windsor, deixou de ser patrona da sede britânica da Associação Internacional Anti-Escravatura. A movida surge no âmbito das repercussões do caso Jeffrey Epstein e visa afastar o nome da associação das ligações ao pai.
A retirada ocorre em meio a um contexto de tensões familiares que incluem pedidos de discrição em presença pública. Fontes próximas mencionaram também que a família não pretende fotografias públicas com Eugenie e Beatrice até ao menos ao fim do ano.
Para além disso, Eugenie tem sido conhecida como porta-voz da luta contra o tráfico de seres humanos, enfatizando a defesa dos direitos das vítimas. O cenário contrasta com as ligações controversas associadas ao pai no âmbito do caso Epstein.
Contexto e impacto
A decisão de deixar de ser patrona é apresentada como uma medida de alinhamento institucional com a imagem da organização. A associação já havia indicado o desejo de manter distância de controvérsias envolvendo membros da família real.
A situação ressalta as dificuldades vividas pela família em face de escândalos públicos e o escrutínio mediático. Não foram anunciadas novas funções oficiais para Eugenie no seio da coroa.
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