- Em fevereiro de 2025 houve um incêndio que destruiu o apartamento de Marina, em Oeiras, onde vivia com as três filhas.
- A Câmara Municipal de Oeiras arranjou uma casa provisória para a família após o fogo.
- A família tem agora uma ordem de despejo para o dia 31 de março.
- Marina e as filhas pedem ajuda para evitar o despejo e assegurar uma solução habitacional estável.
- A Câmara Municipal de Oeiras ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, que evidencia vulnerabilidade habitacional.
Em fevereiro de 2025, um incêndio destruiu o apartamento onde Marina vivia com as três filhas em Oeiras. A Câmara Municipal ofereceu uma casa provisória à família, após o ocorrido. Agora, surge a ordem de despejo para o dia 31 de março.
Marina afirma que a situação é de grande vulnerabilidade. A família já vivia numa área de referência, e a solução temporária não impede o risco de ficarem sem habitação. A pressão por uma solução definitiva aumenta a cada dia.
Segundo a moradora, não houve ainda uma decisão clara sobre alternativeades de moradia. As filhas, já com a situação de emergência, dependem de uma resposta rápida para evitar o despejo.
Situação atual
A Câmara Municipal de Oeiras não se pronunciou oficialmente sobre o caso até ao momento. A família espera uma intervenção que assegure a permanência numa residência estável ou uma nova habitação digna.
Marina descreve que, apesar do apoio inicial, a incerteza persiste. O objetivo é obter uma solução de longo prazo que acabe com a situação de instabilidade habitacional para as filhas.
Este caso ilustra os desafios de famílias vulneráveis em contexto de emergência e crise habitacional em Portugal, e o apelo à atuação das entidades locais.
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