- O PSD pediu uma audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, Luís Neves, para apurar os factos do incidente com um objeto incendiário na Marcha pela Vida, em Lisboa, ocorrido no sábado, 21 de março.
- O ataque, sem feridos, envolveu o lançamento de um cocktail molotov feito com gasolina dirigido aos participantes.
- Segundo a PSP, o suspeito, que não participava na manifestação, foi detido no local; no momento estava cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés.
- O PSP relatou um clima de alarme e perturbação, com algumas pessoas atingidas pelo líquido inflamável; três alegados membros de um grupo de conotação anarquista, identificados mais tarde, estiveram no local.
- A Marcha pela Vida decorreu no âmbito da Caminhada pela Vida, que iniciou no Largo do Carmo e terminou no Palácio de São Bento, em Lisboa.
O PSD pediu nesta segunda-feira a audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, Luís Neves, para apurar factos sobre o disparo de um objeto incendiário durante a Marcha pela Vida, em Lisboa, no último sábado. O requerimento foi entregue na Assembleia da República.
Segundo o PSD, o incidente ocorreu no final da marcha, que reuniu cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O objeto incendiário, do tipo cocktail molotov com gasolina, foi lançado na direção dos manifestantes, sem feridos reportados de forma imediata.
A PSP deteve o suspeito no local, que não participava na manifestação. O partido realça a condenação veemente de atos de extremismo e enfatiza a necessidade de preservar a liberdade de expressão e de manifestação.
Detalhes do incidente
O clima de alarme foi referido pela PSP, com perturbação no local e alguns atingidos pelo líquido inflamável. Outros indivíduos, associados a um grupo alegadamente de conotação anarquista, foram identificados posteriormente em outra artéria.
Posição do PSD
O PSD sustenta que a agressividade do discurso público fragiliza a convivência democrática e pede que o ministro seja ouvido com caráter de urgência na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. O partido elogia a atuação da PSP e de Luís Neves na condenação do ato.
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