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Greve na função pública com adesão perto de 80%

Greve na função pública atinge 80% de adesão em Portugal continental, com educação e saúde entre os setores mais afetados

Setores da educação e da saúde serão os mais afetados
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  • A adesão à greve na função pública em Portugal continental foi de 80% até às 9h45, com educação e saúde como setores mais afetados.
  • No setor da educação a adesão atingiu 90% no continente, com a maioria das escolas a encerrar.
  • No setor da saúde a participação ronda os 80%, afetando hospitais e Unidades Locais de Saúde.
  • A greve começou à meia-noite e prolonga-se até às 23h59, abrangendo a administração central, regional e local.
  • Motivos incluem atrasos na avaliação de desempenho, criação da carreira de técnico auxiliar de ação educativa e reforço de contratações no setor da saúde; a Federação defende a revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho (SIADAP) e pretende ser recebida pelo Governo.

A greve na função pública, convocada pela Fesinap, começou à meia-noite e prolonga-se até às 23.59 horas. Em Portugal continental, a adesão ronda os 80%, afetando principalmente educação e saúde. A Administração Central, Regional e Local está a par do movimento.

Na educação, a adesão atinge cerca de 90%, com a maioria das escolas a encerrar; as que ainda abrem deverão fechar na parte da tarde por falta de trabalhadores. Em saúde, a participação está estimada em 80%, afetando hospitais e Unidades Locais de Saúde (ULS).

A conversa com o Governo ainda não ocorreu formalmente para apresentar propostas, segundo o presidente da Fesinap. A federação reúne quase nove mil trabalhadores, com adesão expressiva também nos Açores e na Madeira, ainda por confirmar por completo.

Motivos e reivindicações

Entre as motivações para a greve estão atrasos na avaliação de desempenho da Administração Pública e pedidos de reforço de contratações no setor da saúde. A Fesinap defende a revisão do SIADAP, eliminando quotas, como já acontece nos Açores.

Perspetivas de negociação

A revisão do SIADAP está prevista no novo acordo plurianual para valorizar trabalhadores da Administração Pública, assinado em janeiro entre Governo, Fesap e STE. As negociações devem arrancar no segundo semestre deste ano, segundo a federação.

A Fesinap pretende ser recebida pelo Governo para apresentar propostas e integrar as negociações que costumam ocorrer entre o executivo e os representantes da Administração Pública.

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