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Autarca da Marinha Grande recorda vítimas da tempestade

Um mês após as tempestades que devastaram a região Centro, o presidente da Câmara da Marinha Grande recorda vítimas e a falta de energia ainda persiste

Paulo Vicente, presidente da Câmara da Marinha Grande
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  • Um mês após a tragédia que afectou a região Centro, o CM relembra como são ajudadas as vítimas em cinco municípios: Marinha Grande, Alcácer do Sal, Pombal, Figueira da Foz e Leiria.
  • O presidente da Câmara da Marinha Grande, Paulo Vicente, emociona-se ao recordar relatos de vizinhos e familiares afetados pela tempestade.
  • Um testemunho marcante envolve uma jovem casada com uma filha que pediu socorro ao segundo dia da tragédia, enquanto o marido estava hospitalizado e a filha, de sete anos, dizia que ia morrer.
  • O autarca destaca a dificuldade de ajudar quem ainda continua sem luz em casa.
  • Paulo Vicente afirma ter reportado a situação à E-Redes sobre a falta de energia e a demora na reposição de fornecimento.

Depois de um mês desde as tempestades que devastaram a região Centro, o CM acompanhou como estão a ser apoiadas as vítimas nos cinco municípios afetados: Marinha Grande, Alcácer do Sal, Pombal, Figueira da Foz e Leiria. O objetivo é perceber o andamento da resposta ao episódio que causou vários danos.

O presidente da Câmara da Marinha Grande relata um testemunho marcante de quem pediu ajuda. Segundo o autarca, uma mulher, casada e com uma filha, procurou apoio dizendo que o marido estava hospitalizado após cair de um telhado e que a filha, com sete anos, temia pelo futuro. O relato ilustra as necessidades de famílias afetadas pela tempestade.

Paulo Vicente explica que a situação continua a preocupar a autarquia, especialmente pela persistência de cortes de energia em algumas casas. O autarca afirma ter reportado aos responsáveis pela E-Redes a falta de eletricidade e a gravidade da situação, pedindo medidas para restabelecer o fornecimento com urgência.

Desafios na recuperação

Ainda hoje, há habitações que permanecem sem luz, o que complica a assistência às famílias mais vulneráveis. As autoridades locais continuam a coordenar a distribuição de apoio e a monitorizar a evolução dos pedidos de reconstrução.

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