- O Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, inaugura uma nova exposição dedicada às mulheres presas políticas durante a ditadura fascista, patente até 31 de janeiro de 2027.
- O tema é “Elas tiveram medo e foram”, apresentando trajetórias de mulheres que mergulharam na clandestinidade, foram separadas das famílias, presas ou exiladas, entre outras experiências.
- A mostra procura compreender estas dimensões a partir das histórias de vida de quem resistiu, além de mostrar redes de solidariedade que acolheram antifascistas e as suas famílias.
- A exposição temporária fica aberta de terça a domingo, das 10h00 às 18h00, mantendo o esforço de divulgação da resistência histórica após a mostra de 2021, “Mulheres e Resistência – Novas Cartas Portuguesas e outras lutas”.
- O elenco de conteúdos abrange quem foram as mulheres presas políticas, como resistiram, como suportaram e quem as apoiou.
As mulheres resistiram à ditadura fascista em várias frentes, e o Museu do Aljube apresenta uma nova exposição para evidenciar essas trajetórias. O tema central é o que aconteceu, quem esteve envolvido e como ficou registado na memória histórica.
Sob o título Elas tiveram medo e foram, a mostra revela modos de resistência desde a clandestinidade até o exílio. Analisa também o impacto da prisão, da tortura e da separação familiar na vida destas intervençãoistas políticas.
A exposição acontece em Lisboa, no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, com abertura a partir de 11 de março e exposição até 31 de janeiro de 2027. A curadoria pretende aprofundar o conhecimento sobre este património.
Detalhes da mostra
A mostra destaca redes de solidariedade entre mulheres que acolheram antifascistas e ajudaram famílias. O objetivo é apresentar histórias de vida, formas de resistência e os apoios recebidos durante o regime.
Os organizadores destacam que o projeto prossegue a divulgação iniciada em 2021, com a exposição temporária Mulheres e Resistência – Novas Cartas Portuguesas e outras lutas, ampliando o entendimento sobre o tema.
A visita está disponível de terça a domingo, entre as 10.00 e as 18.00 horas. O museu pretende manter um olhar factual e cronológico sobre as experiências de quem lutou contra a ditadura.
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