- O filme Teresa — A Madre de Calcutá levanta questões profundas sobre fé e humanidade.
- Noomi Rapace interpreta Teresa de Calcutá, numa produção europeia com captal pan-europeus e parte rodado na Índia.
- A obra está a ser dirigida pela norte-macedónia Teona Strugar Mitevska, a dois passos do seu irmão Vuk.
- Estreou em Veneza, em 2025, afastando-se do típico retrato hagiográfico europeu.
- A narrativa apresenta Teresa como uma mulher em crise de fé, questionando a sua vocação.
Teresa — A Madre de Calcutá chegou a Veneza em 2025, mas não oferece o tradicional retrato idealizado da santidade. O filme foca numa Teresa em crise de fé, questionando a vocação e a humanidade que a rodeiam, sem cair no padrão euro-ótico de hagiografia.
A produção é fruto de capital pan-europeu, com envolvimento da Bélgica, Balcãs e Escandinávia, e parte das cenas foi rodada na Índia. Noomi Rapace assume o papel de Teresa, a partir da figura imortalizada por Madre Teresa de Calcutá, imprimindo uma leitura contemporânea da personagem.
Dirigido pela norte-macedónia Teona Strugar Mitevska, em parceria com o irmão Vuk, o filme estreou em Veneza. A narrativa propõe uma abordagem íntima, explorando dúvidas de fé e dilemas morais num contexto de grande projeção pública.
Contexto de produção
O filme desvia-se de formatos convencionais de biografia religiosa, buscando apresentar uma Teresa humana, com falhas e conflitos internos. A abordagem pretende dialogar com o público através de referências aos grandes dramas femininos do cinema dos anos 1950, mantendo um estilo sóbrio e questionador.
Entre na conversa da comunidade