- A comédia La Vénus Électrique, de Pierre Salvadori, abriu o Festival de Cannes, numa escolha já habitual para o cinema francês.
- A narrativa é ambientada na década de 1920 e acompanha um pintor que não consegue continuar a obra após perder a amada.
- O comerciante de arte fica afinal insatisfeito com a situação retratada.
- Um encontro com uma aprendiza de médium numa feira desencadeia a trama, incluindo momentos de beijo com choques elétricos.
- O filme mostra, de forma resumida, que os caminhos da vida e do amor são insondáveis e que o cinema pode oferecê-los como reflexão.
A noite de Cannes abriu com a comédia La Vénus Électrique, de Pierre Salvadori, escolhida como filme de abertura da edição em curso. O festival francês volta assim a marcar o início com uma produção leve, adaptada ao tom do certame.
A ação do filme decorre na década de 1920, centrando-se num pintor que não consegue continuar a sua obra após perder o amor da sua vida. O comerciante de arte da história fica insatisfeito com o desenrolar dos acontecimentos e oencontro com uma aprendiz de médium compõe a trama.
Num enredo que se desenrola numa feira, o filme envolve também beijos com choques elétricos, revelando uma história onde o acaso e o sentimento moldam o destino. A obra é apresentada como uma visão do cinema que explora as trajetórias de vida e de amor com humor.
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