- O cinema argentino mantém boa saúde, e Milagros Mumenthaler lança o seu terceiro longa, As Correntes.
- O filme explora zonas misteriosas do espaço e do tempo, com foco no realismo e na dissociação entre mundos físicos e mentais.
- Milagros Mumenthaler, nascida em 1977, apresenta um caminho próprio dentro do cinema argentino contemporâneo.
- Assenta comparação com Trenque Lauquen e Os Delinquentes, mas segue a sua própria idiossincrasia.
- A obra aborda espaços em branco e buracos no espaço e no tempo, que funcionam como assombrações que puxam as personagens.
Em As Correntes, Milagros Mumenthaler apresenta a sua terceira longa-metragem. O filme mergulha em zonas misteriosas do espaço e do tempo, mantendo o tom de exploração do realismo firmado no cinema argentino. Este novo trabalho destaca-se pela sua própria via e pela sua idiossincrasia.
A obra de Mumenthaler insere-se no mosaico do cinema argentino contemporâneo, mantido pela vitalidade nacional. O filme dialoga com temas de confluência e dissociação entre mundos físicos e mentais, sugerindo lacunas no espaço e no tempo que funcionam como assombrações ou abismos para as personagens.
Temas e contexto
Trata-se de um caminho único dentro do realizador, sem confundir-se com Trenque Lauquen, de Laura Citarella, ou Os Delinquentes, de Rodrigo Moreno. Em comum, o foco no que resta por revelar e na sensação de que há zonas em branco a ganhar forma no ecrã.
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