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Detetive Magritte investiga caso que não envolve assassinato misterioso

Chega à Filmin a minissérie belga ambientada em 1936, com Magritte e outros surrealistas, num mistério de homicídio que mistura biografia e ficção

René Magritte (Pierre Gervais) investiga um homicídio
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  • Em 1936, na herdade West Dean, em West Sussex, Lord James recebe artistas surrealistas para uma exposição futura.
  • O casal René Magritte (Pierre Gervais) e Georgette, Salvador Dalí (Iñaki Mur) com Gala, Man Ray (Frank Bourke) com Lee Miller, Max Ernst (Mike Hoffmann) e Sheila Legge (Aibhinn McGinnity) participam no elenco da minissérie belga.
  • Um dia, Magritte acorda ao lado de um cadáver e não se lembra de nada; a polícia é chamada e dois detectives da Scotland Yard investigam, com Magritte a envolver-se na investigação.
  • Isto Não é um Misterioso Assassinato é uma minissérie de seis episódios, criada por Christophe Dirickx e Paul Baeten, falada principalmente em inglês, e é original da emissora VRT.
  • A primeira metade (três episódios) chega à Filmin na segunda-feira; os três episódios finais estreiam na semana seguinte. O título faz alusão à obra de Magritte, A Traição das Imagens.

Isto Não é um Misterioso Assassinato chega à Filmin, apresentando uma minissérie belga centrada num suposto assassínio numa herdade britânica dos anos 1930. Em 1936, em West Dean, West Sussex, Lord James reúne artistas promissores do surrealismo para uma exposição. Enquanto o anfitrião não chega, entram em cena Magritte, Dalí, Ernst, Legge, Man Ray, Lee Miller, Gala, entre outros. Um cadáver desperta-se numa manhã, e ninguém sabe quem cometeu o crime.

A narrativa acompanha René Magritte, interpretado por Pierre Gervais, que acorda ao lado de um corpo sem memória do que se passou. Conduzem a investigação dois DET Scotland Yard: um detective veterano e uma investigadora novata. Todos os envolvidos passam a suspeitos, enquanto Magritte tenta resolver o caso com uma abordagem artística que marca a atmosfera da história.

Enredo, realização e elenco

A minissérie, criada por Christophe Dirickx e Paul Baeten, tem seis episódios falados principalmente em inglês. Trata-se de uma produção original da VRT. A primeira metade chega à Filmin, com três episódios, e os restantes três devem estrear na semana seguinte. O título remete à obra de Magritte, a Traição das Imagens, onde uma imagem é acompanhada por uma legenda que a desmente.

Estilo e receção

O formato é um whodunit clássico, à la Agatha Christie, com toques lúdicos que prometem ritmo e suspense. Em alguns momentos, a narrativa arrisca explicações que podem parecer forçadas, associando características icónicas das figuras históricas a desfechos ainda por acontecer. No início de cada episódio surge uma advertência de que tudo é inspirado em pessoas reais, o que não é suficiente para enganar o público, segundo a crítica.

Contexto histórico e produção

A premissa coloca as figuras-chave da arte surrealista num cenário rural britânico, explorando relações pessoais e criadas da casa. Embora a trama se baseie na biografia dos artistas, os acontecimentos ficcionam mortes e acontecimentos fora do que ocorreu na realidade. A série pretende explorar, de forma ficcional, o universo criativo da época sem recorrer a simplificações, mantendo o foco na investigação.

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