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Nova série da RTP sobre IA incentiva reflexão humana

Série da RTP, gerada inteiramente por IA, destaca o papel humano na produção e o impacto no mercado de trabalho

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  • A RTP estreia a série 3000 Depois de Cristo, inteiramente criada por inteligência artificial, desenvolvida pela RTP Lab.
  • A produção combina ações reais com animação 3D e desenho tradicional, tudo gerado a partir de prompts enviados à IA.
  • O guião é assinado por Rui Neto, e o projeto marca a primeira série em que a IA tem peso significativo na televisão pública portuguesa.
  • O PÚBLICO acompanhou os primeiros questionamentos sobre o impacto da IA generativa no mercado de trabalho, situando o tema no presente.

A RTP estreia nesta quinta-feira uma série cuja imagem é inteiramente criada por inteligência artificial. O título é 3000 Depois de Cristo e mistura ação real com animação 3D e desenho tradicional, tudo gerado a partir de prompts enviados à IA. O projeto é da RTP Lab e representa a primeira série da televisão pública portuguesa com peso significativo da IA na produção.

O autor é Rui Neto, e a narrativa recorre a diferentes formas visuais para representar os cenários e personagens. A tecnologia usada permite combinar imagens reais com arte digital de alta epibilidade, mantendo a coerência de estilo ao longo dos episódios.

A produção levanta debates sobre o papel da IA no mercado de trabalho criativo, tema que tem sido discutido desde o aparecimento de IA generativa em artes visuais. O Projeto da RTP Lab encomendou a solução tecnológica para explorar os limites da criação assistida por máquina.

O lançamento acontece no âmbito da RTP Lab, incubadora de projetos da estação pública. A série desponta como um teste de potencial de IA para formatos televisivos e pedagógicos, ao mesmo tempo que questiona a relação entre criador humano e ferramenta tecnológica.

O que se sabe até agora é que 3000 Depois de Cristo utiliza IA para tudo, desde cenários até animação. Esta abordagem gera uma experiência visual híbrida que pode abrir caminho a novas formas de produção multimédia na televisão pública. O público deverá assistir à estreia nesta quinta-feira.

Fontes próximas do projeto indicam que a equipa pretende manter um equilíbrio entre a presença humana e a automação. A RTP não revelou detalhes sobre também impactos laborais diretos, mas a indagação sobre o futuro do trabalho criativo permanece como contexto do lançamento.

Fonte: PÚBLICO

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