- A cineasta brasileira Maria Clara Escobar estreia “Explode São Paulo, Gil”, uma longa que mistura documentário e ficção, após passagem pelo Doclisboa de 2025.
- A obra acompanha Gildeane, apelidada Gil, empregada da autora, descrita por si mesma como periférica, faxineira, epiléptica, depressiva e sapatão, cuja energia transborda no ecrã.
- Escobar mantém uma ligação longa com Portugal, com projetos anteriores como “Os Dias com Ele” (2013) e “Desterro” (2020), esta última em co-produção com a Terratreme.
- A nova longa é coproditada pela Terratreme, que já esteve envolvida nos projetos anteriores da cineasta.
A cineasta e poeta brasileira Maria Clara Escobar regressa a Portugal para apresentar a sua terceira longa-metragem, Explode São Paulo, Gil. O filme é descrito como um híbrido entre documentário e ficção, centrado em Gildeane, a empregada da autora que se autointitula periférica, faxineira, epiléptica, depressiva e sapatão.
A obra tem ligações já estabelecidas com Portugal: o primeiro longa, Os Dias com Ele (2013), foi um documentário sobre o pai de Escobar, Carlos Henrique Escobar, que viveu no país após a reforma. Desterro (2020) foi uma ficção experimental em co-produção com a lisboeta Terratreme, que volta a acompanhar esta nova fase.
Explode São Paulo, Gil passou pelo Doclisboa de 2025 antes da estreia pública anunciada. O filme volta a reunir a equipa de Terratreme, em parceria com a realizadora, e foca a energia de Gil para explorar temas pessoais e sociais através de um olhar que mescla cinema de arquivo, ficção e testemunhos.
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