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Juliette Binoche afirma que a arte celebra a vida em entrevista à Euronews

Binoche estreia-se como realizadora em Tessalónica com In-I In Motion, destacando o encontro de dois mundos artísticos e a arte como celebração da vida

A atriz e realizadora Zeliette Binos e o editor da Euronews George Mitropoulos
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  • Juliette Binoche apresentou no Festival de Documentários de Tessalónica o seu primeiro trabalho como realizadora, o documentário In-I In Motion, sobre o encontro com Akram Khan.
  • O filme reúne imagens de arquivo das últimas sete atuações da peça In-I (2008, estreada no National Theatre, Londres) e acompanha a jornada de criação.
  • A ideia ganhou impulso após o incentivo de Robert Redford; o financiamento surgiu quando Binoche encontrou duas entidades interessadas no projeto e mostrou cassetes antigas filmadas pela irmã.
  • A colaboração entre dança contemporânea e representação exigiu seis meses de preparação e o recomeçar do zero, conforme a atriz.
  • O tema central é o amor como linguagem universal, com a arte a ser apresentada como espaço para questionar a condição humana, sobretudo em tempos de crises.

Juliette Binoche apresentou em Tessalónica o seu primeiro projeto como realizadora, o documentário In-I In Motion. O filme acompanha o encontro com Akram Khan e o processo criativo que nasceu da parceria entre dança e cinema. O evento ocorreu no Festival de Documentários de Tessalónica.

O documentário reaviva a peça In-I, de 2008, estreada no National Theatre, em Londres, e que já percorreu o mundo em cerca de 100 sessões. Binoche revela que o filme documenta não apenas a obra final, mas toda a sua construção ao longo dos anos.

A artista descreve a colaboração com Akram Khan como uma fusão entre duas formas artísticas distintas. O trabalho exigiu seis meses de preparação para o espetáculo, com Binoche a enfrentar o desafio de reaprender movimentos e a abraçar uma nova disciplina.

O percurso da realização

Binoche recorda que o impulso inicial veio de Robert Redford, que, há cerca de 15 anos, incentivou-a a filmar a experiência. A realizadora encontrou financiamento após apresentar um conjunto de cassetes antigas, captando imagens de arquivo da última fase da apresentação.

O filme utiliza, em parte, imagens da irmã da atriz, Marion Stallens, que registou as últimas atuações. Estas imagens foram a base sobre a qual se construiu o documentário.

Amor como eixo, crise global em foco

A dupla escolhe o amor como tema central da coreografia, explorando várias camadas de emoção e narrativa. Binoche sublinha que o amor permite combinar movimento com história humana.

Num contexto internacional marcado por guerras e crises, a atriz defende que a arte ganha relevância. Afirmou que o papel dos artistas é celebrar a vida, amar a vida e unir as pessoas, mantendo um espaço para questionar a experiência humana.

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