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Duas mortes e 108 salvas nas praias portuguesas em maio

Maio regista duas mortes em praias não vigiadas, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros socorros, segundo a Autoridade Marítima Nacional

Os acidentes mortais ocorreram em praias que à data não estavam vigiadas
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  • Em maio, a Autoridade Marítima Nacional registou dois óbitos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros socorros em praias portuguesas.
  • Um dos óbitos ocorreu a 26 de maio na praia do Molhe Leste, em Peniche, com a causa provável a doença súbita; a vigilância nesta praia iniciou-se nesse dia.
  • O segundo óbito registou-se a 28 de maio na praia do Dragão Vermelho, na Costa da Caparica; um jovem de 24 anos, de nacionalidade angolana, desapareceu ao nadar com uma mulher que foi resgatada com vida. O corpo foi localizado mais tarde.
  • Não houve registo de mortes em praias marítimas vigiadas nem durante o período de vigilância oficial.
  • A AMN recomenda frequentar praias vigiadas, manter vigilância sobre crianças, cumprir a sinalização e pedir ajuda a nadadores-salvadores ou ligar para o 112 em emergências.

Entre 1 e 31 de Maio, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou dois óbitos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros socorros nas praias de Portugal, no balanço inicial da época balnear de 2026. Não houve mortes em praias vigiadas durante o período oficial.

O primeiro acidente mortal ocorreu a 26 de Maio, na praia do Molhe Leste, em Peniche. A AMN aponta doença súbita como provável causa de morte. O universo de vigilância naquela praia apenas arrancou nesse dia.

No dia 28 de Maio, na praia do Dragão Vermelho, na Costa da Caparica, morreu um jovem de 24 anos, de nacionalidade angolana. Desapareceu enquanto nadava com uma mulher; a mulher foi resgatada com vida. O corpo foi encontrado às 21h24, por um helicóptero, numa praia a sul, com afogamento como causa provável.

Ao todo, o mês contabilizou 108 salvamentos e 67 ações de primeiros socorros em praias marítimas, fluviais e lacustres sob jurisdição da AMN. A autoridade reitera a necessidade de evitar praias não vigiadas e manter a vigilância de crianças.

Recomendações da AMN

  • frequentar praias permanentemente vigiadas;
  • vigiar crianças de forma contínua;
  • respeitar sinalética, nadadores-salvadores e autoridades;
  • evitar comportamentos de risco e longos períodos de digestão;
  • não entrar repentinamente em águas frias;
  • evitar exposição solar entre as 11h e as 17h;
  • em caso de emergência, acionar um nadador-salvador ou ligar 112.

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