- O presidente da direção da associação proprietária dos bombeiros de Cabo Ruivo, Nuno Solero, disse não se sentir confortável com o comandante Ricardo Pastor e retirou-lhe a confiança operacional.
- O aviso afixado no quartel, ao qual o CM teve acesso, cita que a direção não se sente confortável com o trabalho do comandante.
- Apesar da decisão, Ricardo Pastor mantém-se em funções.
- O caso envolve desentendimentos anteriores e uma alegada agressão entre bombeiros, pai e filho, ocorrida na sexta-feira.
- Se houver procedimento disciplinar aos bombeiros implicados, Pastor poderia instruí-los, enquanto Solero depende dos sócios da associação humanitária para decidir o seu futuro.
O presidente da direção da associação proprietária dos Bombeiros de Cabo Ruivo, em Lisboa, retirou a confiança operacional ao comandante Ricardo Pastor. A decisão surge após querelas internas envolvendo o corpo de bombeiros.
Nuno Solero afixou um aviso no interior do quartel, no qual afirma que, decorrente de várias situações com o comandante, a direção não se sente confortável com o seu desempenho. O texto não detalha as situações específicas.
Apesar da decisão, Ricardo Pastor mantém-se em funções, segundo apurou o CM. Caso se avance para um processo disciplinar interna aos bombeiros envolvidos numa agressão ocorrida na sexta-feira, o comandante poderá ter papel de instrução.
Contexto atual
Se o processo disciplinar atingir Solero, o futuro dele dependerá da decisão dos sócios da associação humanitária que gere a corporação. O episódio de violência entre bombeiros já tinha sido reportado pelo nosso jornal.
Entre na conversa da comunidade