- Reunião entre Luís Montenegro e presidentes das Câmaras do Porto e Lisboa discutiu reforço de segurança, com foco nas autoridades locais.
- Foram confirmados 80 polícias municipais e 200 efetivos para o comando metropolitano da PSP, até ao final do ano.
- Processos de formação vão terminar, um no final do primeiro semestre e o outro no final do ano, aumentando recursos humanos.
- Vai haver reorganização dos serviços nas esquadras de Lisboa, do Porto e de Setúbal para libertar 500 polícias para patrulhamento.
- O objetivo é dissuadir o crime, melhorar a segurança e apoiar o desenvolvimento económico, com eventual uso de soluções tecnológicas para apoiar os agentes.
A reunião entre o líder do governo, Luís Montenegro, e os presidentes das Câmaras do Porto e de Lisboa traçou o reforço da segurança como uma prioridade para os dois territórios. Foi anunciada a chegada de mais 80 polícias municipais e 200 efectivos para o comando metropolitano da PSP, até ao final do ano.
A medida resulta de processos de formação em curso, com fim do primeiro semestre e do ano para as diferentes etapas de produção de recursos humanos. O objetivo é consolidar a segurança como fundamento do bem-estar, da qualidade de vida e da atratividade económica regional.
Além disso, está prevista uma reorganização dos serviços nas esquadras de Lisboa, Porto e Setúbal, com o intuito de libertar 500 polícias para funções de patrulhamento. O reforço de patrulhamento pretende atuar como fator dissuasor do crime, especialmente em zonas com maior incidência.
Reforço policial e tecnologia
O primeiro-ministro sublinhou ainda a aposta em soluções tecnológicas que aumentem a eficácia dos agentes no trabalho preventivo e operacional. Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto, afirmou que mais policiamento na rua é a medida mais eficaz para a tranquilidade dos munícipes.
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