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Agente da Guardia Civil morre em surto de hantavírus no cruzeiro MV Hondius

Agente da Guardia Civil, 62, morre de enfarte durante operação de desembarque do navio MV Hondius em Tenerife, em meio a surto de hantavírus

Passageiros desembarcam do navio de cruzeiro MV Hondius, afetado pelo hantavírus, no porto de Granadilla, Ilhas Canárias, Espanha, em 10 de maio de 2026.
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  • Um agente da Guardia Civil, com 62 anos, morreu de enfarte durante a operação de segurança para a atracação do cruzeiro MV Hondius no porto de Granadilla de Abona, Tenerife.
  • O navio estava infetado com hantavírus, num surto que já provocou mortes e infecções entre passageiros e tripulação, levando à evacuação e repatriação.
  • A morte ocorreu num dia de forte atividade policial e sanitária associada ao desembarque e à evacuação dos passageiros.
  • A ministra da Saúde, Mónica García, expressou condolências à família e à Guardia Civil durante uma conferência no porto.
  • A Organização Mundial da Saúde (Organização Mundial da Saúde) apelou à cautela, sublinhando que o surto é localizado e não uma pandemia.

Um agente da Guardia Civil, de 62 anos, morreu de enfarte durante a operação de segurança montada para a chegada do cruzeiro MV Hondius ao porto de Granadilla de Abona, em Tenerife. A embarcação apresentava um surto de hantavírus que já provocou mortes e infecções entre passageiros e tripulação.

O agente participava nos trabalhos de coordenação da atracação e desembarque, num dia marcado pela intensidade de operações policiais e sanitárias decorrentes da evacuação. A morte ocorreu no âmbito de uma ação extraordinária de segurança.

A ministra da Saúde, Mónica García, afirmou, durante uma conferência de imprensa no porto, que lamenta o sucedido e apresentou as condolências à família e à Guardia Civil.

Contexto do surto e resposta internacional

A chegada do Hondius a Tenerife integra a resposta internacional ao surto de hantavírus detetado a bordo, que levou à evacuação e repatrição de passageiros, sob protocolos sanitários rigorosos. Espanha descartou dois casos suspeitos, enquanto outros países mantêm vigilância.

A Organização Mundial da Saúde reiterou a cautela, destacando tratar-se de um surto localizado, sem equiparação a pandemia, e sublinhou a importância da vigilância contínua e do cumprimento de medidas sanitárias.

Os serviços de segurança e saúde continuam a coordenar as operações de desembarque e acompanhamento dos passageiros, com foco na contenção e no monitorização de eventuais novos casos.

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