- Uma menina de apenas 3 anos, levada por familiares em pânico ao quartel dos bombeiros da Ajuda, em Lisboa, ficou em aparente paragem cardiorrespiratória.
- Os bombeiros disseram ter priorizado o transporte da menor, que estava desmaiada, e garantiram ter feito contacto com o INEM.
- O comandante dos bombeiros afirma que acionaram o CODU, que alegou não abrir uma ficha de emergência porque a família deveria ter ligado para o INEM primeiro.
- O INEM afirmou ter recebido o contacto da família via 112 pelas 09h10, que a ligação foi desligada, e que a criança já seguia para o hospital, sem uma triagem efetiva nem ficha CODU.
- O INEM reiterou que não houve recolha de informação clínica mínima nem atribuição de ficha CODU devido à forma do contacto inicial.
O salvamento de uma menina de 3 anos, na manhã desta terça-feira, junto ao quartel dos bombeiros da Ajuda, em Lisboa, gerou polémica entre a corporação e o INEM. A criança teria sido levada por familiares em estado de pânico, aparentando paragem cardiorrespiratória.
Segundo o comandante dos Bombeiros da Ajuda, António Pereira, a prioridade foi o transporte da menor ao hospital, já que estava sem reação. O responsável explicou que houve contacto com o INEM e que o CODU chegou a ser acionado, mas a ficha de emergência não foi aberta por indicação de que a família devia ligar primeiro para o INEM.
Controvérsia entre INEM e bombeiros
O INEM respondeu, via CM, que recebeu o contacto da família pela linha 112 às 09h10, mas a chamada foi desligada sem responder às perguntas. A seguir, foi feito novo contacto com os bombeiros da Ajuda. A instituição afirma que a criança estava inanimada, a receber oxigénio e já transportada para um hospital, não havendo triagem ou ficha CODU por falta de informação clínica mínima.
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