- A NATO defende a importância do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e acusa Rússia e China de agir de forma “irresponsável” com retórica nuclear ameaçadora.
- A aliança afirma que a deterioração do ambiente de segurança compromete o tratado, que tem travado a disseminação de armamento nuclear.
- A NATO acusa a Rússia de violar compromissos de controlo de armamentos e de recorrer a uma retórica nuclear ameaçadora, e diz que a China expande rapidamente o seu arsenal sem transparência.
- O texto sustenta que os dois países reforçam laços com Estados que promovem a proliferação e minam o controlo internacional, apelando a estabilidade estratégica multilateral.
- Reitera a sua natureza nuclear, rejeita qualquer deslegitimação da dissuasão e afirma o compromisso com as obrigações do tratado, incluindo o artigo VI, visando um processo verificável de eliminação de armas.
A NATO afirmou, nesta sexta-feira, a importância do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares para a segurança dos seus membros, defendendo que o acordo tem travado a disseminação de armamento nuclear.
A aliança destacou que o ambiente de segurança deteriora-se, com a proliferação a ganhar intensidade, e considerou o tratado essencial para a arquitetura global de desarmamento.
Segundo o comunicado, a Rússia viola compromissos de controlo de armamentos e usa uma retórica nuclear ameaçadora, enquanto a China expande e diversifica rapidamente o seu arsenal sem transparência.
A NATO acrescentou que esses dois países fortalecem ligações com Estados que promovem a proliferação, pedindo aos Estados Unidos uma postura de estabilidade estratégica multilateral.
O texto sublinha que, até existir armamento nuclear, a aliança permanecerá como aliança nuclear e que o objetivo é preservar a paz, dissuadir e evitar coerção.
Os aliados reiteraram a rejeição de tentativas de deslegitimar a dissuasão nuclear e disseram que o tratado mantém obrigações legais de todos os membros relativamente a estas armas.
A posição da NATO reforça o compromisso com o artigo VI do tratado, visando um processo verificável de eliminação de armas, mantendo a segurança de todos os países.
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