- O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2025 indica uma subida de crimes de contrafação em Portugal.
- Em 2024 foram apreendidas 352 notas de 5 euros; em 2025 o número subiu para 1.393, um aumento de 296%.
- As notas apreendidas apresentam qualidade cada vez mais grosseira e entram antes de circular.
- A origem costuma ser a China, com envio por via postal.
- O foco são notas de valor facial baixo, com destaque para contrafação anterior à colocação no mercado.
O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2025 indica um aumento das apreensões de dinheiro falso em Portugal, com notas de valor baixo a chegar antes de entrarem em circulação. O documento destaca a gravidade do fenómeno em termos de risco para o sistema financeiro.
Segundo o relatório, em 2025 foram apreendidas 1393 notas de 5 euros, um salto de 296% face às 352 registadas em 2024. Este crescimento ocorre numa altura em que as autoridades reforçam o controlo de notas ainda não circularam comercialmente.
O relatório aponta que a origem mais comum é a China, com as notas a serem remetidas por via postal. A tendência envolve uma produção de qualidade grosseira, o que aumenta a probabilidade de detecção apenas após a tentativa de uso.
Origem e Modalidades
A qualidade das notas tem sido descrita como grosseira, o que eleva o risco de deteção na fase de envio ou recebimento. As autoridades mantêm vigilância sobre as rotas de correio e reforçam os mecanismos de controlo. O fenómeno reforça a necessidade de verificação de notas em trânsito.
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