Carlos Chaves Monteiro, ex-presidente da Câmara da Guarda (2019-2021) e atual presidente da Junta de Freguesia da Guarda, está no centro de uma polémica. Uma notícia do Observador aponta que terá prestado serviços como advogado num período em que recebia subsídio de desemprego e tinha licença suspensa pela Ordem.
Segundo a mesma fonte, a prática ocorreu enquanto mantinha a suspensão da licença. Caso se verifique, a situação poderá configurar fraude à Segurança Social, conditionando a possível nomeação para o Centro Distrital da Segurança Social.
A ocorrência é partilhada numa altura em que Chaves Monteiro é visto como próximo diretor dessa entidade distrital. As informações remetem para atividade profissional paralela ao órgão público, em contexto de subsídio e suspensão, elevando questões sobre conformidade legal.
Nota: A reportagem não cita autoridades oficiais que já tenham confirmado o teor das acusações.
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