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Mais portugueses entram em grupos online neonazis e satânicos

Aumento da participação de portugueses em grupos online neonazis e satânicos, sobretudo menores; ciberespionagem atingiu infraestruturas críticas com origem na Rússia

Autoridades verificaram um aumento da presença de utilizadores portugueses, sobretudo menores e jovens adultos, em grupos online de matriz aceleracionista e neonazi
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  • Em 2025, aumentou a presença de portugueses em grupos online neonazis e satânicos, principalmente entre menores e jovens adultos.
  • O facto consta no Relatório Anual de Segurança Interna de 2025 (RASI), divulgado esta terça-feira.
  • O relatório diz que a ciberespionagem atingiu infraestruturas críticas e sensíveis.
  • Identifica a Rússia como origem das ameaças para recolha de informação sensível.
  • Também admite que houve acesso ilegal a dados classificados e que a segurança nacional ficou, de alguma forma, comprometida.

O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) 2025 revela um aumento da presença de portugueses em grupos online neonazis e satânicos, envolvendo sobretudo menores e jovens adultos. O documento foi divulgado esta terça-feira e aponta para uma evolução preocupante no fenómeno extremista na internet.

O relatório detalha riscos estruturais para a segurança nacional, incluindo acesso ilegal a dados classificados e ciberespionagem que atingiu infraestruturas críticas e sensíveis. A monitorização dessas atividades é apresentada como prioridade pelas autoridades.

A Rússia surge identificada como origem de ameaças para a recolha de informação sensível, segundo o RASI 2025. O documento sustenta que essas ações podem comprometer a confidencialidade de informações estratégicas do país.

Origens das ameaças e impactos

No ano passado, a ciberespionagem e o acesso não autorizado a dados classificáveis colocaram em causa a proteção de infraestruturas críticas. O relatório também alerta para o envolvimento de menores em atividades extremistas online.

O RASI 2025 descreve ainda a evolução de redes de grupos neonazis e satânicos, com impacto potencial em cibersegurança pública. As autoridades reiteram a necessidade de vigilância contínua e cooperação internacional.

As informações são apresentadas de forma factual, sem extrapolações políticas, com creditação às fontes oficiais e sem divulgação de dados sensíveis.

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