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Pelo menos 70 mortos em ataques de gangues no Haiti este fim de semana

Pelo menos setenta mortos em ataques coordenados de gangues em Petite-Rivière-de-l’Artibonite, Haiti; ONU aponta necessidade de apoio reforçado para enfrentar a violência

Polícia no Haiti
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  • Pelo menos 70 pessoas morreram na noite de sábado para domingo em ataques “coordenados” de gangues em Petite-Rivière-de-l’Artibonite, no Haiti.
  • As mortes ocorreram em várias localidades da região, segundo o representante da ONU no país.
  • O balanço é superior ao divulgado pela polícia, que inicialmente mencionou pelo menos 16 mortos.
  • O enviado da ONU, Carlos Ruiz Massieu, destacou a violência como justificando a necessidade de apoio reforçado ao Haiti contra gangues e redes que as apoiam.

Pelo menos 70 pessoas morreram na noite de sábado para domingo em ataques coordenados de gangues na região de Petite-Rivière-de-l’Artibonite, no Haiti, segundo o representante da ONU no país. A violência ocorreu em várias localizações da localidade, ao longo de uma mesma passagem temporal.

Segundo o balanço divulgado pela ONU, os ataques foram planeados e executados de forma coordenada por membros de gangues, numa região já marcada pela violência persistente. O alcance exato das ações ainda está a ser verificado pelas autoridades haitianas.

O dado anterior da polícia, que anunciara pelo menos 16 mortos, foi ultrapassado pelo novo relatório, reforçando a dimensão do incidente. As informações apontam para um cenário de graves violações à dignidade humana e impacto na população civil.

O representante da ONU no Haiti, Carlos Ruiz Massieu, descreveu a violência como brutal e sem discriminação, sublinhando a necessidade de um apoio internacional mais robusto para enfrentar o flagelo das gangues e das redes que as sustentam. O comentário foi feito numa publicação na rede social X.

As autoridades locais e internacionais continuam a recolher informações para confirmar o número de vítimas e identificar os responsáveis. Enquanto isso, organizações humanitárias alertam para a precária situação de segurança e o risco de novas ações semelhantes no curto prazo.

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