- O Governo antecipa “um ano complicado” em incêndios florestais e promete uma comunicação “muito específica” sobre o SIRESP dentro de poucos dias.
- O ministro Luís Neves aponta para o aumento do risco devido às intempéries ocorridas no início do ano e ao excesso de material lenhoso no terreno.
- Desde fevereiro, existe um relatório de um grupo de trabalho que procura uma alternativa ao SIRESP, criado após a falha no apagão de abril do ano anterior.
- O Roteiro de Proximidade com os Bombeiros tem passagem por o país com o objetivo de fortalecer o diálogo com as federações e os corpos de bombeiros.
- Na reunião de Portalegre foram destacadas preocupações sobre falta de comando, recrutamento e pagamentos; o Governo tem feito esforços para reconquistar dívidas junto das associações.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que este ano será complicado no que diz respeito aos incêndios florestais. Falou aos jornalistas em Portalegre, à margem de uma reunião do Roteiro de Proximidade com os Bombeiros, prometendo uma comunicação muito específica sobre o SIRESP dentro de poucos dias.
O titular respondeu a perguntas sobre os impactos das intempéries no início do ano, que deixaram muito combustível lenhoso nos terrenos. Reconheceu que o material acumulado aumenta o risco de propagação dos incêndios, devido às condições climáticas adversas que se prevêem.
SIRESP: comunicação próxima do Governo
O Governo vai divulgar, em breve, detalhes sobre o SIRESP, assegurou o ministro. Acrescentou que confia numa resposta distinta daquela que houve no passado e que o momento de falar sobre o tema está próximo.
O ministro sublinhou que a proteção civil e a segurança interna dependem de comunicações confiáveis a que todos possam aceder. Desde fevereiro, o Executivo tem em mãos o relatório de um grupo de trabalho que procura uma alternativa ao SIRESP, criado após o apagão de abril do ano anterior.
Reconhecimento do papel dos bombeiros e financiamento
Durante o encontro reservado no Centro de Congressos de Portalegre, foram ouvidas preocupações sobre falta de comandos, recrutamento e pagamento de funcionários. O Governo tem vindo a priorizar o recupere de dívidas antigas junto às associações bombeiro, com o financiamento a permanecer em discussão.
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