- Moçambique autorizou o abate de até 54 leões na época de caça de 2026, sobretudo na reserva do Niassa, igual ao ano anterior.
- A época venatória decorre até 30 de novembro, com data de 04 de junho, e o diploma foi divulgado à Lusa neste domingo.
- O conjunto de quotas regista um ligeiro aumento, com diferenças entre espécies.
- A quota de leões mantém-se em 54, com cortes nas rolas e aumentos em codornizes, zebras e elefantes.
- Também há aumentos nas quotas de elefantes, leopardos e hipopótamos.
As autoridades moçambicanas autorizaram o abate de até 54 leões na época de caça de 2026, com quotas que se mantêm na reserva do Niassa, tal como no ano anterior. A medida insere-se num diploma do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas que define as quotas e a época venatória, válida até 30 de novembro.
Segundo o documento, divulgado pela Lusa, há um ligeiro aumento global das quotas, ainda que haja diferenças entre espécies. Entre as mudanças, destacam-se cortes nas quotas de rolas e aumentos em codornizes, zebras e elefantes.
No conjunto, o leão continua com quota fixa em 54 abates, refletindo uma política de estabilidade para esta espécie. Além disso, o diploma evidencia aumentos específicos para elefantes e leopardos, bem como para hipopótamos, mantendo o quadro competitivo entre espécies.
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