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Operação contra quadrilha nigeriana de raptores faz 200 mortos

Operação contra quadrilha de raptores mata mais de 200 suspeitos; ação permanece ativa com prisões e fogo em área florestal

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Várias crianças raptadas na Nigéria reencontraram-se com as famílias antes do Natal
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  • Uma operação contra uma quadrilha armada no centro da Nigéria já matou mais de 200 suspeitos desde sábado, segundo a BBC, e a ofensiva continua ativa.
  • A ofensiva, que envolveu várias agências, começou no sábado e também resultou em prisões, conforme o assessor de imprensa do governo do estado de Kogi.
  • Imagens partilhadas com a BBC pela polícia de Kogi mostram chamas a consumir uma habitação numa área de floresta densa, captadas por helicóptero.
  • A quadrilha tem usado raptos e violência para exigir rescates, com ataques a escolas a aumentar a alarma e levar o governo a reforçar a segurança.
  • Em dezembro, as autoridades indicaram a libertação de vários alunos e professores sequestrados em novembro; o pagamento de resgates está proibido, mas sem reduzir significativamente os ganhos dos grupos criminosos.

A operação contra uma quadrilha nigeriana de raptores deixou pelo menos 200 mortos desde sábado, no centro da Nigéria. A ofensiva, que envolve várias agências, começou no fim de semana e continua em curso segundo informações da BBC.

No âmbito da operação, ocorreram também prisões, confirmou o assessor de imprensa do governo do estado de Kogi, sem indicar números. Vídeos da polícia de Kogi, obtidos pela BBC, mostram fogo a consumir uma habitação numa zona de floresta densa.

As autoridades estão a enfrentar uma vaga de raptos e ataques a escolas que se intensificou nos últimos meses, suscitando indignação e reforçando as medidas de segurança já em curso pelo governo. Relatos da Associated Press descrevem momentos de pânico entre estudantes quando os invasores entraram na escola.

Contexto de segurança e impacto social

O país enfrenta várias crises de segurança, com uma população de cerca de 220 milhões, repartida entre comunidades muçulmanas no norte e outras confissões. O reforço de patrulhas e a investigação de grupos armados têm sido uma resposta constante.

Apesar de o governo ter proibido o pagamento de resgates para cortar fluxos financeiros aos grupos, os efeitos não são visíveis de forma uniforme, com casos contínuos de rapto e violência em diversas regiões.

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