- João Figueira, ex-funcionário do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), morreu na manhã de segunda-feira no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, enquanto aguardava cirurgia após sofrer enfarte.
- Tinha cinquenta e cinco anos e foi conduzido ao hospital na manhã de domingo após sentir fortes dores no peito, sendo diagnosticado com enfarte do miocárdio e internado em cuidados intensivos.
- A cirurgia marcada para segunda-feira acabou por ser adiada devido à falta de recursos no hospital.
- O hospital Beatriz Ângelo é uma unidade de cuidados intensivos sem valências para cirurgias cardíacas de emergência,, necessitando transferir pacientes para outras unidades com essa capacidade.
- A família exige respostas às autoridades de saúde sobre a gestão das urgências e a falta de recursos, enquanto a Direção-Geral da Saúde prometeu apurar as circunstâncias da morte.
João Figueira, antigo funcionário do INEM, morreu na manhã desta segunda-feira no hospital Beatriz Ângelo, em Loures, enquanto aguardava uma cirurgia após sofrer um enfarte. O caso envolve uma unidade de cuidados intensivos sem valências para cirurgias cardíacas de emergência.
O episódio ocorreu na sequência de um enfarte do miocárdio, diagnosticado na noite de domingo, após o homem ter sido levado às urgências da unidade hospitalar. Embora uma cirurgia estivesse marcada para segunda-feira, a intervenção foi adiada por falta de recursos.
O Beatriz Ângelo não dispõe de valências para cirurgias cardíacas de emergência e transfere pacientes para outros hospitais com essa capacidade. A família de João Figueira pediu esclarecimentos às autoridades de saúde sobre a gestão de urgências.
Contexto do hospital e resposta oficial
A Direção-Geral da Saúde foi informada do caso e anunciou que irá investigar as circunstâncias da morte. O hospital de Loures é tido como unidade de referência na região, mas atravessa dificuldades de recursos humanos e materiais, agravadas pela pandemia.
A família expressions de pesar e aguarda por respostas que expliquem a falta de condições que impediriam a realização da cirurgia. O caso reacende o debate sobre as condições das urgências em Portugal e a necessidade de reforço de recursos.
Fontes: Correio da Manhã.
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