Estava infeliz quando a doença de Addison surgiu como parte da sua história. Beatriz Monteiro, de 29 anos, passou por uma viragem que acabou por moldar uma nova vida, após episódios graves que quase lhe retiraram tudo.
Em setembro de 2024, Beatriz sofreu duas paragens cardíacas e um tamponamento cardíaco levou-a ao Hospital de Santarém. Foi necessário recorrer a ECMO e a doses elevadas de noradrenalina para manter a tensão arterial. O diagnóstico revelou-se na sequência, acompanhando o tratamento que a estabilizou.
O tratamento salvou-lhe a vida, mas provocou necroses nos membros inferiores, levando à amputação do pé esquerdo. A hospitalização, que ultrapassou um ano, incluiu várias intervenções e períodos de dor. Hoje, Beatriz afirma que a experiência, embora difícil, teve um desfecho que lhe proporcionou maior leveza.
Evolução clínica e impacto pessoal
Após a crise, a jovem integrou um caminho de recuperação que inclui aceitação da doença crónica rara. A posição de Addison requer acompanhamento constante e ajustes de tratamento, com foco na qualidade de vida.
Contexto e atualidade
A história de Beatriz sublinha os riscos associados a complicações graves durante o tratamento com vasopressores. A equipa médica que a acompanhou em Santarém destacou a importância do suporte vital em situações críticas e da monitorização contínua.
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