O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto permanece na lista de edifícios públicos com amianto para remoção, mesmo após a proibição europeia há mais de 20 anos. A presença do material é confirmada apenas no Edifício C, usado como armazém e para serviços de apoio não clínicos.
Segundo o Conselho de Administração do IPO do Porto, não há risco para trabalhadores ou pacientes. As medições de qualidade do ar interior não indicaram contaminação, e o IPO aponta para planos de requalificação do edifício em questão.
A notícia ocorre num contexto em que, em Portugal, os casos e mortes relacionados com amianto têm aumentado, o que acarreta preocupações sobre a gestão de edifícios públicos com este material. O IPO do Porto mantém a posição de monitorização e planeia ações futuras.
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