- No Lar do Comércio, em Matosinhos, a ex-diretora Marta Soares e o antigo presidente José Moura são acusados de propagação de doença contagiosa, agravada pelo resultado (morte).
- Durante a pandemia de Covid-19, teriam recusado entregar equipamento de proteção individual aos funcionários do espaço.
- A acusação sustenta que Marta Soares disse aos trabalhadores para usarem sacos de lixo como batas de proteção.
- Luvas, máscaras e embalagens de desinfetante ficaram guardadas no salão nobre; o material foi entregue a 9 de abril de 2020.
- Dias depois registou-se a morte da primeira utente; no total houve 109 utentes infetados, 18 mortes e 3 sequelas graves.
O que aconteceu teve como foco o Lar do Comércio, em Matosinhos. Durante a pandemia de Covid-19, ex-diretora Marta Soares e o antigo presidente José Moura são acusados de impedir a entrega de material de proteção aos funcionários. A acusação indica que foram utilizados sacos de lixo como batas para proteção.
Segundo o Ministério Público, o material de proteção — luvas, máscaras e desinfetante — ficou guardado no salão nobre do lar. A entrega ocorreu a 9 de abril de 2020, e dias depois registou‑se a morte da primeira utente. No total, 109 utentes foram infetados.
A acusação aponta que 18 pessoas morreram e há 3 casos com sequelas graves. Marta Soares e José Moura respondem pelo crime de propagação de doença contagiosa, agravada pelo resultado. O processo tramita com base nessas informações.
A investigação visa esclarecer como ocorreu a gestão do material e quais foram as decisões tomadas pelos ex‑dirigentes durante a crise sanitária. As autoridades permanecem a analisar provas para fundamentar a acusação.
Entre na conversa da comunidade