- Profissionais de saúde moçambicanos pediram hoje a intervenção do chefe de Estado devido à falta de fármacos nas unidades sanitárias.
- Alegam que não há medicamentos suficientes para atender os utentes.
- As negociações com o executivo para impedir paralisações no setor, iniciadas em janeiro, estagnaram.
- A situação mantém-se sem sinais de retoma rápida das negociações entre as partes.
Os profissionais de saúde moçambicanos solicitaram hoje a intervenção do Presidente da República devido à falta de fármacos nas unidades sanitárias. O apelo surge num momento em que as negociações com o Executivo para evitar paralisações no setor, iniciadas em janeiro, se encontram estagnadas.
Segundo os profissionais, a escassez afeta hospitais e postos de saúde em várias regiões do país, comprometendo o atendimento aos pacientes. A intervenção solicitada visa acelerar medidas para o reforço de stocks e a manutenção dos serviços.
As negociações com o Governo continuam sem avanço significativo, segundo fontes sindicais. Os representantes dos trabalhadores em saúde pedem soluções urgentes para evitar interrupções no atendimento.
Negociações em Suspensão
Os sindicatos apontam que a falta de fármacos persiste há semanas, com impacto direto na gestão de doenças e na confiança da população. O Governo ainda não anunciou decisões públicas sobre o tema.
As partes mantêm o diálogo, mas não há acordo formal até ao momento. O objetivo é ressaltar a necessidade de um plano integrado de abastecimento que garanta disponibilidade de medicamentos.
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