- A maioria das medidas do plano de emergência na saúde já está concluída, mas o impacto foi reduzido.
- A solução para oncologia teve efeito limitado no tempo.
- As medidas para aumentar a cobertura de médicos de família falharam.
- O médico que coordenou a monitorização do PETS defende o plano de emergência 2.0.
- Após o fim do programa de recuperação das listas de espera para cirurgias oncológicas, a lista voltou a crescer.
O plano de emergência na saúde encontra-se, em grande parte, concluído, mas o impacto dos seus instrumentos revelou-se limitado no tempo. A solução destinada à oncologia não conseguiu manter a redução de listas de espera a longo prazo. Paralelamente, as medidas para aumentar a cobertura de médicos de família não atingiram os resultados esperados.
A monitorização do PETS foi coordenada por um médico que defende a implementação de um plano de emergência 2.0, apontando áreas onde é preciso reajustar prioridades e recursos. O objetivo é evitar recuos nos ganhos obtidos até ao momento e potenciar a resposta a novas necessidades.
Quando o programa de recuperação das listas de espera para cirurgias oncológicas terminou, as listas voltaram a crescer, sinalizando que os efeitos de curto prazo não permaneceram estáveis. A gestão destas listas permanece sob análise de autoridades de saúde e entidades envolvidas na execução do plano.
Monitorização e próximos passos
A atual avaliação pública foca-se em identificar falhas de implementação, prazos e condições que permitam manter melhorias. Entre os pontos em análise estão recursos humanos, financiamento e coordenação entre serviços de oncologia e cirurgia.
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