- O Hospital de Santo António, no Porto, realizou uma cirurgia que visa melhorar a qualidade de vida de doentes amputados.
- O procedimento envolve a inserção de um implante de titânio no osso remanescente, com uma conexão que fica por fora da pele.
- A nova prótese liga-se ao implante sem ter contacto direto com a pele do doente.
- A operação pretende resolver dor, feridas cutâneas e instabilidade associadas às próteses tradicionais.
- A explicação foi dada pela professora assistente hospitalar de Ortopedia, Vânia Oliveira, ao Correio da Manhã.
O Hospital de Santo António, no Porto, realizou uma cirurgia com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de doentes amputados. O procedimento envolve a introdução de um implante de titânio no osso remanescente para funcionar como ponto de encaixe da prótese.
O implante fica com uma ligação externa à pele, pela qual a prótese se conecta, sem contacto direto com a pele do doente. Esta configuração visa reduzir o risco de complicações associadas à pele e à adaptação da prótese.
A equipa médica indica que o método diminui dor, feridas na pele e instabilidade quando se usa uma prótese tradicional. Vânia Oliveira, professora assistente de Ortopedia, explicou o funcionamento do procedimento. A notícia foi publicada pelo Correio da Manhã.
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