Os 13 espanhóis isolados no Hospital Gómez Ulla, em Madrid, por contacto com hantavírus, vão poder receber visitas esta semana, de forma faseada e segura, à medida que voltaram a testar negativo. O único caso confirmado continua a evoluir bem e permanece em quarentena, com intenção de cumprir a quarentena normal.
Os pacientes, que estavam na fase de quarentena de nove dias, podem sair do quarto para as zonas comuns do mesmo piso, munidos de equipamento de proteção individual e máscara, conforme o protocolo da Comissão de Saúde Pública. A ausência de contágio cruzado com o caso positivo é destacada pelas autoridades.
O homem de 70 anos permanece na Unidade de Isolamento e Tratamento de Alto Nível (Uatan) desde a semana passada e evolui favoravelmente. Embora haja o desejo de receber visitas, a possibilidade depende da avaliação médica, dada a gravidade ainda considerada potencial.
Progresso dos pacientes e visibilidade das visitas
O desempenho dos 13 casos negativos reforça que as medidas estão a ser aplicadas corretamente, segundo a CSIF, que acompanhou a evolução no hospital. O objetivo é manter o protocolo rigoroso para evitar contaminação.
A CSIF também informou que o hospital renovou o contrato de 200 trabalhadores cujos vínculos estavam perto de terminar, com um reforço adicional de 70 profissionais, após negociação com o Ministério da Função Pública. A renovação visa sustentar a operação e a adesão aos procedimentos de isolamento.
Quanto à possibilidade de terminar a quarentena em casa a partir do 28.º dia, as autoridades são cautelosas. A decisão dependerá de avaliação pela Saúde Pública, com monitorização continua dos protocolos.
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