- A Direção-Geral da Saúde reforçou a deteção precoce de casos de ébola potencialmente importados, após o surto na República Democrática do Congo, considerando o risco muito baixo para a Europa.
- Para quem vive na UE/EEE, a probabilidade de infeção é muito baixa devido à baixa probabilidade de importação e de transmissão secundária.
- A DGS mantém em vigor a orientação de ébola de 2019, na sequência do surto anterior na RD Congo.
- A República Democrática do Congo anunciou a abertura de três centros de tratamento para o vírus Ebola na província de Ituri, numa resposta a uma variante sem terapêuticas ou vacinas aprovadas.
- A OMS enviou especialistas e material; vários países africanos reforçaram controles sanitários e fecharam fronteiras.
A Direção-Geral da Saúde reforçou as medidas de deteção precoce de casos de ébola potencialmente importados, na sequência do surto na República Democrática do Congo. O objetivo é identificar e isolar rapidamente casos suspeitos.
A DGS mantém em vigor, desde 2019, a orientação nacional sobre o ébola, atualizada após o último surto na RDC. A estratégia foca na vigilância em pontos de entrada e serviços de saúde.
A Organização Mundial da Saúde declarou o surto de ébola como emergência de saúde pública de âmbito internacional. Países africanos reforçam controlos sanitários e restringem movimentos conforme a evolução.
Desdobramentos globais
A República Democrática do Congo anunciou a abertura de três centros de tratamento na província de Ituri. A iniciativa visa enfrentar uma variante para a qual não existem terapêuticas nem vacinas aprovadas.
A OMS enviou especialistas e material para apoiar a luta contra a propagação do vírus. Organismos internacionais sublinham a importância de medidas de controlo e coordenação regional.
Alguns países, como o Ruanda, fecharam fronteiras ou reforçaram controles, reagindo ao aumento de casos e à propagação potencial da doença entre populações fronteiriças.
O vírus ébola transmite-se por contacto direto com fluidos de pessoas ou animais infetados e provoca febre, vómitos e diarreia. A OMS aponta uma taxa de mortalidade elevada entre 25% e 90%.
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