- Telmo Baptista, fundador e primeiro bastonário da Ordem dos Psicólogos, alerta para a importância de recuperar a capacidade de estarmos presentes uns com os outros face ao avanço dos ecrãs.
- O psicólogo e professor explica que as plataformas digitais aceleram as interações, promovem anonimato e podem transformar o convívio em silêncio.
- O tema em debate inclui o aumento de problemas de saúde mental associados a este fenómeno, como ansiedade, depressão e stress pós-traumático.
- O objetivo é compreender o mundo digital atual e os seus impactos nos relacionamentos humanos, reconhecendo que nem tudo é tão admirável como parece.
- A conversa envolve também cargos de liderança: Baptista é presidente do Conselho Nacional de Psicólogos e da Associação Portuguesa de Terapias Comportamental e Cognitiva.
Telmo Baptista, fundador e primeiro bastonário da Ordem dos Psicólogos, alerta para o impacto crescente dos ecrãs no convívio. Em entrevista recente, defende recuperar a capacidade de estarmos presentes uns com os outros, face à pressão das plataformas digitais.
O psicólogo sublinha que a rapidez de resposta, o anonimato online e a produção de conteúdos criam um convívio em silêncio, onde a presença vira ausência. A conversa incide sobre os novos modos de comunicação e os desafios que aparecem no dia a dia.
Quem está envolvido é Telmo Baptista, líder histórico da Ordem dos Psicólogos e presidente de entidades associadas à psicoterapia cognitivo-comportamental. A análise aborda o que mudou nos modos de relacionar-se no mundo digital atual.
Contexto tecnológico e saúde mental
O contributo de Baptista incide sobre a necessidade de equilibrar uso de tecnologia e presença física. O objetivo é prevenir efeitos como ansiedade, depressão e burnout, promovendo relações mais próximas e ativas. A entrevista aborda ainda caminhos para enfrentar o desfasamento entre tempo online e presença real.
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