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OMS defende regulação das bolsas de nicotina e proibição de sabores

OMS defende regulação das bolsas de nicotina e proibição de sabores; Governo português avança com projecto-lei para limitar venda e proteger jovens

As marcas recorrem a estratégias agressivas para promoverem estes produtos, dirigindo-os sobretudo a adolescentes e jovens adultos
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  • Organização Mundial da Saúde (OMS) defende a regulação das bolsas de nicotina e a proibição de venda com sabores.
  • A OMS alerta para o marketing agressivo dirigido aos jovens.
  • Em Portugal, o Governo já aprovou um projecto-lei para regulamentar a venda de bolsas de nicotina.
  • As bolsas de nicotina são promovidas como “mais aceitáveis socialmente” do que os cigarros tradicionais, vistos como modernos, discretos e isentos de tabaco.
  • O crescimento rápido deste produto no mercado global criou um desequilíbrio regulatório, representando um desafio para a saúde pública.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instou hoje os governos a regularem as bolsas de nicotina e a proibirem a venda com sabores. O objetivo é impedir o marketing dirigido aos jovens e reduzir o consumo entre adolescentes e adultos.

A OMS sublinha que estes produtos são apresentados como mais aceitáveis socialmente do que os cigarros, além de descritos como modernos, discretos e isentos de tabaco. O crescimento rápido no mercado global criou um desafio relevante para a saúde pública.

Em Portugal, o Governo já aprovou um projecto-lei para regulamentar a venda de bolsas de nicotina, alinhando-se com recomendações internacionais. O diploma pretende impor limites de acesso e condicionar a publicidade.

Portugal avança com a regulamentação

O projecto-lei prevê mecanismos de verificação de idade, restrições a sabores e regras de divulgação para reduzir a atratividade junto de menores. As medidas visam aumentar a proteção de consumidores e reduzir impactos na saúde pública.

Globalmente, continuam a surgir debates sobre a melhor forma de regulamentar estes produtos. A OMS recomenda ações coercitivas para conter o marketing agressivo e aceder a dados que permitam avaliar impactos na juventude.

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