- Stephen Kornfeld foi autorizado a sair da unidade de biocontenção e passar a monitorização na Unidade Nacional de Quarentena, nos EUA.
- Foi um dos 16 cidadãos norte‑americanos evacuados do navio para cumprir quarentena após o surto de hantavírus.
- A zaragatoa nasal no navio gerou resultados inconclusivos, com um teste negativo e outro positivo nos Países Baixos; novo teste foi realizado nos EUA.
- Dois norte‑americanos adicionais ligados ao surto estão a ser acompanhados na unidade de doenças infecciosas do Hospital Universitário de Emory, em Atlanta.
- A Organização Mundial da Saúde aponta 11 casos no navio (8 confirmados, 3 mortes), com 42 dias de quarentena recomendados; operação considerada um sucesso pelos responsáveis.
O médico norte‑americano Stephen Kornfeld encerrou o isolamento numa unidade de biocontenção de alta segurança no Nebraska após um resultado de teste inconclusivo. Mantém‑se, contudo, sob monitorização, junto de outros 15 cidadãos dos EUA, na Unidade Nacional de Quarentena.
Kornfeld ajudou a tratar passageiros num navio de cruzeiro que enfrentou um surto de hantavírus. Foi um dos mais de 120 evacuados para cumprir quarentena entre vários países.
Ao todo, 16 cidadãos norte‑americanos foram enviados para o Centro Médico da Universidade do Nebraska após a zaragatoa nasal do navio. O teste inicial no navio apresentou resultado pouco claro.
Antes de deixar a unidade, Kornfeld descreveu o espaço como um quarto de hospital confortável. Diz sentir‑se bem e afirmou que as enfermeiras e médicos continuam a entrevistá‑lo com frequência.
Segundo a CDC, a zaragatoa feita no navio foi repetida duas vezes nos Países Baixos, com resultados divergentes. Um teste foi negativo, outro positivo; novo teste foi feito ao chegar aos EUA.
Outros dois americanos ligados ao surto permanecem sob vigilância numa unidade de doenças infecciosas do Hospital Universitário de Emory, em Atlanta.
Panorama global
A OMS, até 13 de maio, identificou 11 casos ligados ao surto no navio, dos quais oito foram confirmados. Houve três mortes entre passageiros ou tripulantes; um caso continua inconclusivo a ser re-testado.
Passageiros e tripulantes já regresaram aos seus países, com autoridades de saúde a manterem a monitorização.
Acompanhamento e orientação
O primeiro‑ministro espanhol e Tedros Adhanom Ghebreyesus consideraram a evacuação e quarentena um sucesso. A OMS recomenda 42 dias de quarentena a partir da saída do navio, em casa ou em unidade designada.
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